EUA: pesquisadores vêm ao Brasil conhecer tecnologia reprodutiva
A população brasileira de bovinos é considerada para o mundo da carne o que a população humana da China é para o mundo em geral. Em ambos os casos, seus números são tão vastos que mesmo uma mínima mudança nesses epicentros cria ondas sentidas globalmente.
“Nós realmente precisamos prestar atenção no que o Brasil está fazendo e buscar oportunidades para aplicar isso à nossa indústria”, disse o estudante de pós-graduação em fisiologia reprodutiva da Universidade de Missouri, Ky Pohler. Ele e seu colega, Dan Mallory, gastaram parte do ano passado trabalhando para o Grupo Marfrig e para a Lageado Consultoria Agropecuária Ltda. Pohler e Mallory foram os primeiros estudantes a trabalhar no Brasil como parte de um estágio de manejo reprodutivo patrocinado pela Universidade de Missouri e pela Select Sires, Inc e trabalharam com 20.000 vacas e novilhas de corte em 15 fazendas de três estados brasileiros.



