Paraguai proíbe movimento do gado por 30 dias durante vacinação de aftosa
Uma medida do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal do Paraguai (Senacsa) sentencia a imobilização do gado por 30 dias, enquanto durar a vacinação que começou em 10 de fevereiro. A medida foi definida pelo possível ressurgimento de febre aftosa no departamento de San Pedro.
Segundo indicaram, será realizado um veto para que os animais possam ser enviados somente 15 dias depois de registrar a vacinação para engorda ou reprodução. Vinte e quatro horas após o registro da vacinação, será permitido o consumo. Dessa forma, o sistema admite a mobilização para abate. O objetivo dessa decisão é que as pessoas apurem a vacinação dos animais. O presidente do Senacsa, Féliz Otazú disse que estão sendo seguidas as recomendações do Programa de Ação Mercosul Livre de Febre Aftosa (Pama), do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) e do programa de ação anti-aftosa do Mercosul.



