Arroba do boi vai a R$ 107,60 e frigoríficos limitam vendas no MS
Os frigoríficos do Mato Grosso do Sul (MS) começaram a tomar providências em relação à baixa oferta de carne e as altas nos preços, e decidiram reduzir para uma semana o prazo para pagamento da carne bovina vendida aos supermercados do estado. Anteriormente os prazos variavam entre 15 e 28 dias. Essa decisão foi tomada pela Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carne de MS (Assocarnes) que alegou que os preços da arroba subiram, ultrapassando a casa dos R$ 100. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, observa que a decisão dos frigoríficos transfere para o varejo uma prática que se tornou comum entre os fornecedores pecuaristas, que é o pagamento à vista, cuja campanha foi lançada pelo setor no ano passado, em função do endividamento de várias indústrias frigoríficas. Segundo ele, a eliminação da venda a prazo, diminui o risco de perdas devido a quebra de frigoríficos. “O pagamento à vista não favorece apenas os pecuaristas, mas Os frigoríficos do Mato Grosso do Sul (MS) começaram a tomar providências em relação à baixa oferta de carne e as altas nos preços, e decidiram reduzir para uma semana o prazo para pagamento da carne bovina vendida aos supermercados do estado. Anteriormente os prazos variavam entre 15 e 28 dias. Essa decisão foi tomada pela Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carne de MS (Assocarnes) que alegou que os preços da arroba subiram, ultrapassando a casa dos R$ 100. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, observa que a decisão dos frigoríficos transfere para o varejo uma prática que se tornou comum entre os fornecedores pecuaristas, que é o pagamento à vista, cuja campanha foi lançada pelo setor no ano passado, em função do endividamento de várias indústrias frigoríficas. Segundo ele, a eliminação da venda a prazo, diminui o risco de perdas devido a quebra de frigoríficos. “O pagamento à vista não favorece apenas os pecuaristas, mas toda a cadeia da carne, na medida em que oferece mais segurança na comercialização”, contou.



